Nesta terça-feira (20), Cuba anuncia sua saída do programa Mais Médicos, o acordo que foi selado na gestão da ex-presidente Dilma Rousseff em 2013 tem agora o seu fim após o governo Cubano em resposta a críticas feitas por Jair Bolsonaro, de que os médicos deveriam ter a validação do diploma e que o pagamento seria feito de forma integral para o profissional.
Com o final do acordo entre Brasil e Cuba, cerca de 18.240 médicos atuantes em 4.058 cidades do país, ficaram sem oportunidade de
trabalho. Pois o programa Mais Médicos tinha como objetivo suprir as carências
de profissionais nos municípios e periferias do Brasil.
Desta maneira o reflexo atual do país será em organizar uma força-tarefa para recrutar profissionais dispostos a substituí-los em regiões pobres e remotas do país, mantendo a qualidade do atendimento. E nesse caso, Cuba terá que se esforçar para enfrentar mais um revés econômico, encontrando outras fontes de renda para compensar o prejuízo.

Nenhum comentário:
Postar um comentário